Voltar        

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Nota-se, no mundo ocidental, um desvairio cada vez maior no que tange à alcoolismo, uso de drogas, stress, suicídios, crimes, depressão e tudo o mais que você possa imaginar como sendo um elevado "índice de mal estar social."
Assaltos à luz do dia, estupros, tiroteios, brigas em estádios de futebol, discussões no trânsito, vendas cada vez maiores de calmantes e antidepressivos são nosso dia a dia.
A paulatina desintegração da família e da vida em comunidade paradoxalmente surgem num momento em que as pressões macroambientais exigem uma maior cooperação e envolvimento entre as pessoas.
Desemprego, insegurança das crianças, conflitos exixtenciais entre os adolescentes, pressões econômicas estão sendo uma verdadeira calamidade na vida emocional e na saúde mental.
O remédio para esta situação, proposto por Daniel Goleman, psicólogo por Harvard, é "uma nova forma de interagirmos no mundo - com a inteligência emocional."
Esta é um tipo de competência que pressupõe o cultivo, em nós mesmos,  em nossos filhos e pessoas afins, de aptidões que são próprias do coração humano.
É um remédio contra o aumento da inércia emocional, desespero, inquietações, angústia e ansiedade do indivíduo, da família e da comunidade.
Entre outros a Inteligência Emocional visa aumentar:

  • o autocontrole
  • o zelo
  • a persistência
  • a capacidade de automotivação

Isso foi facilitado durante a última década, pela tecnologia de ponta que permite a visão de imagens do cérebro, desenvolvimentos da neurofisiologia e da ciência cognitiva que  permitiram explorar melhor as emoções.
Devemos levar inteligência às nossas emoções, mesmo sabendo que os genes determinam nosso comportamento. Por sorte os circuitos cerebrais são maleáveis e portanto temperamento não é destino.
Podemos aprender a mudar nosso comportamento.

Paulo Godoy
22.12.2003

Voltar


Clínica Psicológica Repensar 
R. Ângelo Luiz Salto, 107 São Paulo SP (11) 5523-0436
clinicarepensar@uol.com.br